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10 de setembro de 2010

Traça de biblioteca: Percy Jackson e os Olimpianos

Eu admito: adoro livro de criança! Pronto, falei. Pode rir. Não ligo. Gosto assim mesmo. Livro de criança e que fale de mitologia grega então? Gamo facinho, rs.


Esse é um belo resumo da série Percy Jackson e os Olimpianos. A série é uma graça, divertidinha e facílima de ler (e quando digo facílima quero dizer facílima MESMO; comecei a ler na semana passada e já estou no quarto livro de cinco).  Trata-se da história de Percy Jackson, um garoto de doze anos, hiperativo, disléxico, com transtorno do défcit eu sei lá como se escreve essa palavra de atenção, que atrai todo o tipo de problemas por (ele descobre depois de se meter numa enrascada realmente grande) ser um semi-deus. Isso aí. Percy Jackson é filho de um dos deuses do Olimpo, que ele descobre que realmente existem, junto com um monte de monstros mitológicos e criaturas extraordinárias.

Eu não acho que possa dizer que se trate de uma ótima série; os livros são pouco detalhados, o que faz com que as coisas aconteçam rápido demais, mas é um bom entretenimento e os personagens são legais.

Bom pra quem, como eu, gosta de livros de criança. Ah! Quase me esqueci! O autor da série se chama Rick Riordan, pra quem se interessar.

24 de maio de 2010

Alice no País do Espelho

A minha mais recente aquisição. 


Foi só lendo esse livro que percebi que muitas referências do desenho antigo da Disney (que eu adorava quando pequena, tenho até a fita aqui em casa em algum lugar) saíram de Alice no País do Espelho. O moscavalo e o jardim das flores falantes, por exemplo, não fazem parte de Alice no País da Maravilhas e sim de Alice no País do Espelho. Parece que não é só Tim Burton que anda misturando as histórias da Alice por aí.

PS: Por sinal, ainda não vi o filme. Tou doida pra ver, mas essas drogas de cinemas não tão exibindo legendado. Acho que vo acabar esperando sair em dvd. 

20 de maio de 2010

Traça de biblioteca: Eu, robô

Encontrei esse livro no Centro Cultural uma vez mas, por algum motivo, não consegui lê-lo e fui obrigada a devolver. Eu realmente queria lê-lo mas, por não conseguir me lembrar do nome do autor, não consegui encontrá-lo novamente. E assim passaram-se uns dois anos de busca sem conseguir resultados.

No entanto, ontem acabei de ler A princesa e o Goblin que, por sinal, é uma graça, e fui ao Centro Cultural devolvê-los ("los" porque tinha que devolver também A magia de Holy Wood e Direitos iguais, rituais iguais, ambos da série Discworld) e pegar mais alguma coisa para ler. Então, vagando, eis que encontro Eu, robô  brilhando bonitinho pra mim em uma prateleira. Fiquei imensamente contente.

 Esse livro é um super clássico da ficção científica, e foi nele que Asimov inventou as tãos famosas três Leis da Robótica (e, pra falar a verdade, foi ele que inventou a palavra "robótica" também). O livro conta com nove contos que mostram o desenvolvimento dos robôs, desde os mais primitivos até aqueles que controlariam o mundo, contos esse narrados pela lendária psico-roboticista Susan Calvin, que acompanhou toda a evolução e todos os prolemas enfrentados pelos pioneiros.

Estou lendo, adorando e recomendo.

29 de abril de 2010

Traça de biblioteca: Discworld

Antes de mais nada, acabei de inventar uma seção pro blog que já deveria ter nascido faz tempo: traça de biblioteca. E nela eu vou falar de (dã!) livros! E também resolvi testar usar marcadores, tudo de uma vez. Bom, vamos ao que interessa!


A Julia foi quem primeiro me falou da série Discworld, do escritor Terry Pratchett, e, enquanto eu estava passeando pelas prateleiras da biblioteca do Centro Cultural, uns livros super coloridos me chamaram a atenção. Preciso falar mais? Quando vi do que se tratava peguei logo dois emprestados. Externamente os livros são muito bonitos. As capas são ótimas, os desenhos são muito legais mesmo e eu tenho uma queda por coisas coloridas. Só que quando terminei de ler O oitavo mago confesso que me decepcionei um pouco. A Julia tinha me falado que a série era inteligente e engraçada, e de fato é, só que numa proporção bem menor do que eu esperava. Mas não se enganem, por mais que eu não tenha considerado o livro genial, isso não quer dizer que outra pessoa não possa considerar, ou que eu não tenha gostado de lê-lo. É legal. É de uma leitura fácil, usa palavras simples, tem personagens bem caracterizados e situações engraçadas. O que aconteceu foi que eu criei uma expectativa que o livro não alcançou. Mas passou, já estou até lendo outro livro da série, chamado A luz fantástica que, por sinal, parece anteceder o O oitavo mago. Eu não tenho a menor idéia da sequência dos livros porque, pasmem, a série tem 26 volumes! Mas não são muito grossos não. O O oitavo mago, que foi o mais grosso que eu vi, não passa muito de umas duzentas e poucas páginas. Apesar de tudo, a série conta com uma criatividade sem fim vinda do autor e eu não pretendo parar de lê-la tão logo.


PS: Eu preciso declarar aqui o meu amor pela Bagagem! O melhor personagem, sem dúvida!

15 de janeiro de 2010

Meus amores

Livros, livros. *-*

Acabei agorinha O Iluminado, do Stephen King. Com-ple-ta-men-te diferente do filme, excelente! Tive pena do Jack, muito ódio do Overlook, algum orgulho da Wendy (ela se mostrou um pouco mais forte do que imaginei que seria) e morri de vontade de pegar o Danny pra mim! Achei bacana descobrir quem era o Tony. Algo meio previsível, mas ainda assim achei bacana. Um livro que realmente gostei de ler. Acho que, dos livro do Stephen King que li, esse foi o que mais se aproximou do terror.

Comprei ontem (juntamente com algumas roupas que gostei) o livro Alice no país das maravilhas, que eu estava doida pra ler! Fiquei imensuravelmente contente! É um pocket book (acho que nunca vi Alice pra vender em tamanho grande, só pocket), mas é uma graça. Achei super bonita a imagem da capa, colorida e com traços meio antigos. E dentro do livro também tem imagens! Adoro livros com ilustações! Tou doida pra começar a ler! Só não sei se começo a lê-lo já. Meu amor vai me emprestar Duma key (também do Stephen Grandissísimo-Filho-Da-Puta King) e eu tinha planejado lê-lo assim que terminasse O Iluminado. Vou tentar me segurar até amanhã e ler Duma primeiro, eu acho. Vamos ver se eu consigo. Rs.

Agora tou afim de comprar Alice no País dos Espelhos, que vi pra vender no mesmo lugar que comprei Alice no País das Maravilhas (tava sem grana o bastante pra comprar os dois :/ ). Logo menos volto lá pra obter o segundo, cuja capa também achei muito bonita.

Por agora é só. Tenho que ir trocar uma roupa no shopping, beijos.

12 de outubro de 2009

O homem de preto fugia pelo deserto

...e o pistoleiro ia atrás.


A Torre Negra toda, sem sombra de dúvida, é a maior das histórias que já existiu. Mas eu confesso que não queria terminar de ler. Na realidade, eu levei quase um ano para ler o sétimo livro, pois não queria que a história acabasse. De fato ela não acabou e acho que nunca acabará, mas ainda assim eu não terei mais o que ler sobre Roland e sua infindável busca pela Torre Negra. E isso é triste, porque me apeguei à todos eles. Eu vibrei, chorei, ri, tive raiva e medo junto com todos eles. Eu me lembro perfeitamente de como me senti quando vi Eddie e Jake morrerem, e de como senti raiva de Suzannah quando ela decidiu partir, de como a chamei de covarde. De como foi sentir a ultima facada, que foi a corajosa morte de Oi, quem eu admirei e quem Roland chamou de "O Bravo". Senti um imenso orgulho dele, que foi o mais corajoso de todos. Isso tudo foi triste. Foi triste ver Pat sozinho observando Roland entrar na sua tão amada torre. Foi triste vê-lo largar o grande e velho revolver de cabo de sândalo na entrada da Torre, tão triste quanto foi ver Suzannah jogar o seu gêmeo na lata de lixo, velho e inútil. Mas o mais triste foi o fim. Senti muita pena do pistoleiro, mais do que de qualquer um. E um pouco de raiva da Torre, eu confesso. E ainda me sinto triste por ele. Acho que nunca vai passar. Mas pelo menos os outros membros do dissolvido ka-tet da rosa puderam viver juntos e em paz. Não viveram felizes para sempre, mas de fato viveram. E, por fim, além dessa tristeza que restou, restou também uma certa raiva da Torre e um certo desprezo pelo Stephen-grande-filho-da-puta-King (embora eu não o culpe pelo final; como ele disse quando se desculpava, não havia como ser diferente). Outra coisa que acho que não vai passar.


No final do livro havia também o poema completo Childe Roland to the Dark Tower came que, embora tivesse vontade, não li. Li apenas algumas estrofes. Acho que vou acabar baixando e postando aqui mais tarde. Pra agora, deixo apenas este quadro do Thomas Moran cujo nome também é Childe Roland to the Dark Tower came.
Achei que seria bom publicá-lo aqui, mais por mim do que pra qualquer um que pudesse ler. Não acho que ele tenha retratado nem um pouco da imensidão e majestade da Torre mas, afinal, ele não é Patrick Danville e eu o perdôo por isso.


Essa será a lembrança que me restará de toda essa trajetória, junto com o pensamento de que a história de Roland nunca terá fim.

Longos dias e belas noites, sai.

6 de setembro de 2009

Livros, livros

Eu preciso comprar "Os delírios de consumo de Becky Bloom"! E irei, bem logo. Comecei a ler nas livrarias por aí, mas nunca me lembrei de comprar. Tava pensando no que eu ia fazer com a parte do pagamento que vou receber semana que vem e pimba!, me veio a palavra LIVROS bem grande na cabeça. Aí lembrei desse, que parece ser bem legal, e resolvi que vou comprar.

A história fala de uma jornalista chamada Rebecca Bloom, especializada na área de finanças e compradora complusiva. Ela, na realidade, nada entende de economia, apesar de trabalhar no ramo, vive fugindo do gerente do banco e inventa meios malucos para conseguir pagar o seu cartão de crédito. Pelo que li até agora parece ser engraçado. Já tá até bem marcadinho como desejado no Skoob, só pra não esquecer. ;]



Andei pesquisando também se existe algum livro do conto de fada "A Rainha da Neve". Na internet não achei nada sobre um livro dessa história, mas é impossível que não tenha. E se tiver eu vou achar. Pensei em ver na Sebo do Messias, que é uma sebo bem grande e antiga que eu achei no centro, e quando fui lá achei os livros que precisava comprar e bem barato, e vi também outros livros que me deixaram com água na boca. Parece ser bom o lugar, pelo menos pra encontrar livros mais difíceis. Vamos tentar, né. Porque esse é um livro que eu realmente gostaria de ter.