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27 de setembro de 2010

AI, COMO EU U-DÍO!

QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA QUE RAIVA 

*chutando os móveis*


Não consigo matar aqueles três carinhas que arrancaram meu braço no God Hand (jogo muito bom, por sinal, que no momento to com vontade de jogar pra bem longe) de jeito nenhum! Odeio não ser boa com jogos. O pior é que eu sei que sou uma droga no video game e ainda insisto!

Grrr!!

Argh!

Todo mundo tem aquele dia em que acorda com a pá virada... Bom, no meu caso costumam ser dias. Não precisa de muito motivo. As coisas simplesmente são uma droga, e ponto final. Eu tenho uma vontade louca de escrever e não sai nada, tenho uma vontade louca de falar pelos cotovelos, mas parece que tudo some da cabeça e tem alguma coisa bloqueando minha garganta, resolvo me matar de estudar mas não consigo mais resolver exercício nenhum, qualquer coisa e nada viram motivo para desentendimento, o tédio impera. Não é que tenha alguma coisa errada, é só que tudo resolveu ficar uma merda.

E, numa tentativa do mundo se igualar a como me sinto, chove.

29 de abril de 2010

Subjetividade owna

Hoje, bem no meio da aula de literatura, caiu a ficha de como o meu blog é romântico, de como eu sou egocêntrica e faço tudo aqui girar ao meu redor, ao redor dos meus dramas, ao redor das minhas vontades, ao redor das minhas opiniões. Caiu a ficha de como eu sou subjetiva e que eu nunca vou conseguir chegar à objetividade ideal pedida pela prova da FUVEST. Eu sou egoísta demais pra escrever um texto todo sem usar a palavra eu ou na minha opinião.

24 de abril de 2010

Caguei tudo

Lá se foram minhas palavras revoltadas, todas pelo twitter. Não me aguentei.

Mas que se foda. Pelo menos aqui eu posso fazer o que eu quiser.

Sobre a influência do humor nas palavras

Eu bem que podia postar alguma coisa aqui. Podia falar dos livros que tou lendo de uma série que me foi recentemente apresentada, Discworld, que estou achando engraçadinhos; podia falar do andamento da minha vida de vestibulanda, que está mais baseada em números e resistores do que em qualquer outra coisa; podia falar do filme da Alice, que estreou ontem e estou doida pra ver; podia falar da falta que tenho sentido da minha irmã, aquela bruaca velha; podia falar de como falta de respeito é uma coisa que corrói os meus nervos; podia falar de tpm, tirinhas, jogos, pensamentos, enfim, podia falar de muita coisa.

No entanto, tenho me reservado o direito de me manter calada devido ao meu corrente estado de humor. Nada do que eu escrevesse sairia exatamente alegre. Eu tenho certeza que, fosse o que fosse, eu acabaria desviando o assunto para tudo o que me irrita e post sairia mais revoltado do que qualquer outra coisa e o negócio é que eu estou tentando me comportar. Simples assim.

Então, em vez de escrever bobagem, ficarei sem postar no tempo em que esse humor estiver aqui. Quando eu sentir que voltei a ser eu mesma denovo eu volto.

17 de abril de 2010

Sobre a loucura de ser vestibulanda

Tou numa pilha louca. Quase doida com esse lance de FUVEST, e olha que ainda estamos em abril. Morrendo de medo de num passar justamente por achar que não vou. Até sonhei com isso essa semana! No sonho eu tinha passado na USP e fiquei tão contente que vocês nem imaginam! No entanto, a minha tristeza ao acordar e perceber que foi um sonho foi diretamente proporcional à alegria que eu senti por achar que tinha passado. Ou seja, uma decepção de graça pra mim! É foda. Essa porra tá acabando com os meus nervos e com a minha confiança e dois meses atrás eu poderia jurar que esse ano de estudo seguido de uma aprovação no curso que eu quero iriam me fazer bem. Já estou até prevendo, o ápice da minha loucura vai ser quando eu olhar pra prova, ter um surto, começar a espumar pela boca e sair de lá carregada pelos caras de jaleco branco. Aí sim o meu ano de cursinho será completo.


Acho que vou começar a escrever um diário de vestibulanda pra vocês entenderem melhor o drama que eu estou passando.

PS: Confiança a gente compra onde, alguém sabe me dizer? Eu tou precisando de uma bem boa mesmo, com uma bateria que dure muito.

11 de abril de 2010

Doesn’t make any sense

A pessoa faz uma coisa simplesmente inadmissível dentro da minha casa, se ofende quando dizem pra ela que ela pode estar acostumada a fazer isso em algum outro lugar, mas que na minha casa não, faz um puta escândalo, grita nomes que eu não conseguiria repetir, aparece de madrugada pra gritar no portão, quase me faz sair de casa, estraga a vida de uma pessoa que eu gosto muito, não tem a decência de pedir desculpas e, se eu não perco meu tempo e nem a minha educação com essa pessoa, se eu não lhe dirigo a palavra, a estranha, a mal educada sou eu.

Alguém deveria me explicar de uma vez como é que as coisas funcionam nesse mundo, porque eu realmente não to entendendo.

2 de abril de 2010

A sensível

Voa minha ave, voa sem parar. Viaja pra longe, te encontrarei em algum lugar... Permaneço em ti como sempre fui, mais perfeito e mais fiel. Mesmo sozinho sei que estás perto de mim quando triste olho pro céu. Quando eu te vi o sonho aconteceu. Quando eu te vi meu mundo amanheceu. Mas você partiu sem mim e sei que estás em algum jardim entre as flores...

Uma vez mais - Ivo Pessoa



Bate uma vontade de chorar quando eu ouço essa música... Sei lá o porque.

24 de março de 2010

Pode me chamar de pilha de nervos

Ando muito estressada com esse lance de USP, muito estressada com os meus pais, com o namorado, com redações, com o Kratos, com a minha família, com a TV, comigo, com tudo! Estou soterrada em tanta preocupação, meus ombros estão se curvando pra frete devido ao peso imaginário que eu sinto. E o problema não é ter problemas, o problema é não ter uma válvula de escape. E agora, comofas?

20 de março de 2010

Quer me ver morrer de raiva?

Me impossibilita de jogar um jogo que eu tou gostando de jogar. God of War II não funfa mais. Num é bacana? :D

16 de março de 2010

Feeling down

Hoje encontrei umas cartas e cartões enquanto organizava o meu quarto. Nelas as pessoas diziam que gostavam de mim, que eu era amiga delas, que eu tinha alguém. Fiquei triste. Todos foram embora. Sou uma pessoa tão dispensável assim? Preciso dizer que me sinto infinitamente sozinha? Eu tento guardar tudo isso lá no fundo e tocar a vida, como se não precisasse de ninguém, mas estou me saindo terrívelmente mal nisso. Eu não aguento mais me sentir sozinha, então joguei as cartas fora.

9 de março de 2010

O cocô do cavalo do bandido

É só começar a pensar em certas coisas que, PIMBA!, fico triste, no meio da merda. Sabe aquelas coisas que você guarda no lugarzinho mais escondido e escuro do seu ser? Aquelas que surgem do nada, saindo do esconderijo para acabar completamente com o seu dia? Então, é assim que acontece. É só lembrar que me sinto uma sujeirinha microscópica, o tipo de coisa que as pessoas não gostam mais não se importam muito, é só lavar as mãos que sai. Depois as pessoas não entendem porque a minha auto estima é nula.

6 de março de 2010

The reason

Ah, entendi porque minha mãe num falou nada sobre eu sair de noite e voltar às 4h da manhã. É porque ela sabia que num ia rolar no final das contas.

5 de março de 2010

Chatice mórbida

Tou na merda. Tá bem difícil arrumar imagens legais pra fazer bons layouts, nem o We♥it tem colaborado, pesquisei ontem como uma doida e não encontrei nada útil. A criatividade também anda numa tremenda escassez. Só porque eu ando com uma vontade louca de treinar e brincar e inventar um layout novo por dia pra trocar porque ando enjoando com uma facilidade inacreditável. Acho que é porque como agora consigo fazer sozinha (embora com certas limitações) eu sei que tem cabimento enjoar de cinco em cinco minutos (antes não daria nem lascando, porque mesmo que eu enjoasse num ia poder fazer muita coisa), mas isso não é nadinha bom. E olha só, mesmo eu tendo acabado de colocar esse layout do Pequeno Príncipe, já tou enjoada de olhar pra ele. Faz sentido? Não né. Tou meio doida com esse lance de layouts.

E parece que não é só dos layouts que eu tou enjoada. Tou enjoada do blog mesmo. Sei lá o porque, mais uma daquelas fases de chatice, creio eu. Então, se eu sumir, já sabem.

19 de fevereiro de 2010

Oi, tou de mau humor

Assim, muito. Demais mesmo. Super momentâneo. Os motivos são aqueles lá, sabe? Então. Olha o meu monstrinho de olhos verdes me corroendo outra vez. Tá crescidinho já. Orgulho da mamãe. As vezes me dá até uma vontadinha de atiçar ele pra cima de alguém.

E tou outra coisa além de mau humorada, e também não é coisa boa. Tou ansiosa. Segunda-feira é o dia em que começo o cursinho. Segunda-feira é o dia que vai começar a minha maratona de estudos e tou meio preocupada com isso, não porque ache que não vá ter força de vontade o bastante, mas porque ainda não tenho certeza de nada além do fato que pretendo me esforçar e entre essas incertezas está a incerteza sobre eu ser ou não capaz de conseguir. É, eu tenho uma auto estima de merda, eu sei.

16 de fevereiro de 2010

Sabe o que é foda?

É foda quando uma coisa irritante passa do limite aceitável e, quando você tenta conversar para que esse tipo de coisa não aconteça mais, tem que ouvir que isso vai continuar acontecendo, desculpa, mas é verdade.

5 de fevereiro de 2010

Mas vou até o fim

Antes de tudo, a explicação: o título é esse porque no momento estou escutando a música Até o fim, do Chico Buarque, e porque acho que ela se encaixa muito bem no momento pelo qual estou passando. Não é fácil essa minha vida. Tou tão cansada das coisas do jeito que elas são, tou tão cansada da indecisão, da dúvida, dos dias modorrentos e de saber que eles serão assim ainda por algum tempo que nem sei o que faço. Eu tou receosa com o começo do cursinho. Embora eu saiba que é idiotice minha, já coloquei na cabeça que eu vou ser denovo a pessoa desajustada e estranha da sala. Eu sei que se eu chegar lá com isso na cabeça é óbvio que vai ser justamente o que vai acontecer. Mas sabe, o ano passado foi um ano tão horrível, tão solitário e tão maçante que eu acho que isso acabou me traumatizando um pouco. O ano passado me fez pensar que tem alguma coisa muito errada comigo mas, bolas, não é verdade! É evidente que enquanto tou tendo uma crise nervosa eu não vou conseguir entender. Acho que ninguém consegue. Mas a verdade mais verdadeira que existe é que eu entrei naquela droga de técnico contente comigo mesma, ansiosa pelas aulas e sendo bastante amistosa com todo mundo e que saí de lá me sentindo um lixo anti-social e estranho que era alvo de piadas e estupidez de um bando de garotos que nem precisavam fazer a barba. Aquele lugar foi um inferno. Um grande inferno. Eu não tive culpa. Eu não sou estranha. Mas agora eu simplesmente não sei mais me aproximar das pessoas. Eu pensei em voltar pra lá, concluir os estudos, mas simplesmente não consigo. Não rola. A turma da noite não foi nem de longe tão ruim quanto a da tarde, mas todos os grupos já estavam formados e simplesmente não tinha espaço pra mim. Eu já não conseguia ir pra lá de segunda a sexta, faltei tudo o que podia e não podia. Não deu pra suportar. Aquele lugar acaba com a minha cabeça. E agora quase todo mundo do KK se afastou. Eu não fiz nenhum amigo na GV. Vou começar o cursinho dia 22 e tou com medo de acontecer tudo outra vez. No entanto, to ansiosa pra começar logo. To esperançosa. Quero estudar matemática, biologia e história denovo. Quero me esforçar pra passar no vestibular. Quero conhecer gente nova. Quero esquecer o ano passado.

21 de janeiro de 2010

Nada mole vida

Viver não é fácil. Sobreviver talvez seja, basta se alimentar, dormir e ingerir determinada quantidade de líquidos. Mas viver, viver mesmo... Nem de longe. Especialmente nesse mundo em que vivemos. Odeio isso. Odeio desde o começo. Quem inventou que eu tenho que fazer faculdade agora só porque concluí o ensino médio? Porra, eu tenho dezoito anos! DEZOITO! Quero dizer, eu não tenho idade pra passar a noite fora mas tenho idade pra decidir o que fazer com a droga da minha vida INTEIRA. E se eu não decidir AGORA eu to atrasada com relação a maioria das pessoas. Bosta de pessoa que sou eu por não conseguir escolher! Tipos, eu não conheço nem um terço das minhas opções, nem um terço do que cada uma dessas opções me possibilita fazer mas, foda-se, eu ainda sou muito burra por não conseguir escolher! Pessoas que pensam antes de escolher alguma coisa são o tipo de pessoa mais estúpidas do mundo. Merecem a morte. Porque o negócio é escolher a primeira merda que passar na sua frente e fazer a vida inteira uma coisa que você não gosta! E o pior ainda não chegou, minha gente: se você não faz faculdade e nem trabalha, o que você é? Um vagabundo. Um estorvo pra sua família que a vida inteira te sustentou. Só porque você não tá estudando você imediatamente começa a pesar na aba de todo mundo, coisa que antes não acontecia. Quando você não trabalha e nem estuda o que você faz? Nada. Ler um livro deixa de ser uma ação. Ver um filme deixa de ser uma ação. Brincar com o cachorro deixa de ser uma ação. Imediatamente todos os verbos que não sejam estudar ou trabalhar passam a ter como significado fazer nada.

Isso me emputece. Eu não consigo um emprego decente porque não tenho uma faculdade. Tenho que escolher AGORA senão nunca conseguirei a porra do emprego. E eu simplesmente não consigo decidir AGORA. AGORA é muito súbito. É AGORA.

Eu odeio o modo como esse mundo funciona. Odeio.

Gostaria de saber como mudar.

18 de janeiro de 2010

Tempo de mudanças

Não ando muito satisfeita com nada ultimamente. Pouca coisa tem me animado. Tudo tem me enlouquecido. E no sentido literal da palavra. Não sou mais a mesma. Não digo que estou pior. Não estou. Pelo menos não comigo. No entanto também não estou no melhor dos momentos. Acho que eu tou é começando a compreender como o meu mundo funciona. Como eu funciono. E isso, associado aos livros nos quais tenho me enterrado, é que manteve a minha sanidade. Talvez eu tenha somente que dar um jeito nisso. É, acho que sim. É nisso que se baseia a minha vida. Dar um jeito. É o que eu faço de melhor. E lá vou eu fazer outra vez. Me esforçar pra colocar as coisas nos seus devidos lugares. Só que acho que, pela primeira vez, não sou só eu que estou precisando de reparos.

6 de janeiro de 2010

On my way

Que todos saibam: Lá vou eu! Por novos caminhos seguir... Com a lua lá no céu a olhar pra mim, eu vou sob as estrelas dormir. E se a chuva cair não vou parar. qualquer tempestade tem fim. E o vento no meu rosto a soprar me faz sonhar... O que eu quero é caminhar assim.

Hoje eu vou seguindo meu caminho...





Eu estou me esforçando. Vou conseguir. Eu posso parar pra descansar no caminho, mas nunca vou deixar de seguir. Nunca. Posso não ter muitas pessoas a minha volta, mas tenho o que preciso pra continuar. Eu não vou parar.